INVESTIR EM DARK KITCHEN É CARO? DESCUBRA DE UMA VEZ POR TODAS

Segundo dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), quase quatro a cada cinco restaurantes atendem seus clientes por delivery.

Esse número representa 78% dos estabelecimentos brasileiros, sendo que, destes, 35% optaram por ter um delivery entre os anos de 2020 e 2021.

Quem saiu ganhando com isso foi, principalmente, o mercado de dark kitchens, ou das “cozinhas fantasmas”, que crescem diariamente no Brasil e no mundo, e ganharam um impulso ainda maior durante a pandemia.

Apesar disso, ainda existem muitas dúvidas sobre o funcionamento delas, inclusive em relação ao seu valor de investimento.

Saiba mais e descubra, de uma vez por todas, se ter uma dark kitchen é caro e quais são as demais vantagens de operar em uma.

Reforçando o conceito de uma dark kitchen

Por mais que o assunto já esteja sendo mais falado por aí, vale, mais uma vez, explicar o conceito de uma dark kitchen.

Basicamente, ela é uma cozinha compartilhada e que trabalha a portas fechadas, apenas para atender os clientes em um serviço de entrega ou de retirada de um determinado produto.

O local não dispõe de espaço físico, com mesas e cadeiras, para receber clientes - o que não quer dizer que eles não possam visitar a cozinha para conhecer mais os processos dos restaurantes e lanchonetes que assim o permitirem.

Para operar em uma, o empreendedor só precisa de um cozinheiro, chapeiro ou outro funcionário que desempenhe a função de preparar o produto que irá ser comercializado (quando não é ele mesmo) e um aplicativo de entrega. Vale também considerar ter um delivery próprio.

O da Yooga, por exemplo, mais do que cuidar da logística de entrega, permite que o empreendedor tenha seu próprio cardápio digital online, sem precisar que o cliente baixe aplicativos, crie cupons e programa fidelidade, defina regiões de entrega de acordo com a distância, entre outras funcionalidades.

Qual o custo de investir em uma dark kitchen e o que considerar na hora de contratar

Antes de pensar se o investimento em uma dark kitchen é barato ou caro, considere os gastos que você teria com um delivery caso alugasse um lugar físico vazio.

Os custos para montar uma hamburgueria, por exemplo, variam de 50 a 100 mil reais considerando toda a estrutura.

Por mais que se faça uma longa pesquisa de preços na hora de comprar os equipamentos, esse valor é bem alto e nem todos os empreendedores possuem.

Agora, considere que, em uma dark kitchen, você gastará um valor de R$ 5 a 10 mil por mês, quase 90% a menos, e ainda terá toda a infraestrutura e vantagens como:

  • Economia com mão de obra de atendimento
  • Aluguel mais barato que pontos comerciais caros, como em shopping centers e galerias
  • Economia com custos de reformas de fachadas, painéis e demais estruturas internas
  • Redução de gastos com equipamentos de forma geral
  • Rapidez para começar um delivery de forma rápida e eficiente
  • Possibilidade de separar a operação do delivery da operação do seu restaurante físico

E aí, investir em dark kitchen é caro considerando tudo isso e o preço? Por aqui a gente acredita que não!  

Sem maiores dores de cabeça

Em um dos mais recentes episódios do Jeito Yooga Podcast, sobre dark kitchens e o mercado de delivery, recebemos os nossos parceiros da Kitchenfy Brasil, o primeiro coworking de dark kitchens e dark stores do Espírito Santo.

“O nome Kitchenfy é focado realmente no empreendedor, sendo “kitchen”, de cozinhas em inglês, e o “fy” de for you, ou seja, para você. Hoje o que fazemos é construir, alugar e administrar essas dark kitchens e dark stores. O empreendedor que tá na Kitchenfy, ele não tem dor de cabeça, não precisa se preocupar com um cano estourado, nem com nada”, afirmou um dos sócios da empresa, Rodrigo Lomeu, durante o episódio.

Senso de comunidade

E as vantagens de investir em uma dark kitchen não param por aí.

Um dos outros pontos comentados durante o episódio foi sobre o senso de comunidade que existe em uma dark kitchen.

“Na Kitchenfy, temos 18 dark kitchens e lá existe muita troca entre elas. Tem realmente um senso de comunidade muito além do “acabou meu sal”. As cozinhas trocam experiências e não existe concorrência, existe, de fato, uma cooperação, e a gente incentiva muito isso e todo o compartilhamento de ideias. A vida do empreendedor de maneira geral é bem solitária e ter um local para trocar essa ideia é muito proveitoso para todos os lados”, comentou mais um, dos quatro sócios da empresa, Donaldo Fontes, ao longo do podcast.

Quem confirmou isso foi o outro convidado do episódio, o engenheiro de alimentos Gabriel Brites, que é gestor e chef do Backstage Burger, uma das 18 dark kitchens que funcionam na Kitchenfy.

Para quem não conhece, o Backstage Burger é a hamburgueria que coloca, todos os dias, o sistema da Yooga à prova, e mostra os bastidores do empreendedor desse modelo de negócio.

“Hoje, a primeira coisa que faço assim que eu chego lá é perguntar como é que está o movimento do dia. Se a galera fala que o dia está fraco, eu sei que o meu também pode ser e que essa é uma tendência geral. Estatisticamente, temos por volta de 90% de acerto nessa matemática”, contou.

Sobre esse senso de comunidade, os convidados do podcast destacaram, ainda, a Comunidade Yooga Edu, da qual os três convidados fazem parte.

Bônus: Yooga Edu

A Yooga Edu é a plataforma de ensino da Yooga. Por lá, são disponibilizadas aulas, conteúdos, materiais e discussões sobre tudo que pode agregar ao empreendedor do ramo de alimentação e ao seu negócio.

Além disso, a plataforma conta com uma comunidade de restaurantes para ninguém empreender sozinho.

Por lá, é possível encontrar empreendedores de nichos diversos, fornecedores e especialistas nas áreas que fazem parte dos pilares da plataforma: delivery, marketing e vendas, estoque e produtos, empreendedorismo, redes sociais, finanças e operação.

Agora que você já sabe quais os custos e vantagens de investir em uma dark kitchen, que tal investir em um sistema de gestão completo que atenda a ela?

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